Farol Espaço Terapêutico | missao

O Farol Espaço Terapêutico nasceu de uma necessidade de mudança.

Durante 10 anos eu mantive o consultório instalado em uma sala do Atelier “Zilah Costa” (fev/2000 a abr/2010) e ministrava cursos em outros locais. Em 2009, com a decisão da venda do prédio, me ocorreu buscar uma sala maior que possibilitasse concentrar as atividades de atendimentos e cursos. Eis que nesse período minha amiga Marta Leguisamo decidiu procurar um local para atender com tarô e, lembrando que eu teria que deixar o Atelier, me perguntou sobre compartilharmos uma sala.

Foi então que, ao invés de simplesmente partir para um espaço onde instalar meu consultório, abri minhas asas em busca de uma nova proposta, unindo meu trabalho ao de outras pessoas cuja integridade de propósito, ação e intenção estivessem em sintonia com a boa vontade e o respeito à livre escolha.

Assim acendeu-se o Farol – nome soprado aos meus ouvidos numa noite de Lua Cheia –, inaugurado a 20 de maio de 2010 com o compromisso de oferecer alternativas de saúde, bem estar, harmonia, equilíbrio, autoconhecimento e transformação, através de orientação e cursos na área de terapias holísticas, vibracionais e oraculares.

A inspiração deste nome me levou a encontrar o texto abaixo, que retrata perfeitamente meu ideal de missão individual e coletiva deste espaço.

Lú Albuquerque



* por Kryon

O farol fica ancorado no rochedo, não importa onde estiver construído. Às vezes, o farol é reconstruído em outras regiões quando o clima e as condições se modificam – o mesmo farol e mesmo faroleiro, mas sempre ancorado no rochedo. O farol está ali para fazer uma coisa, fazer brilhar a luz.

O propósito da luz muitas vezes varia. Às vezes é uma advertência, às vezes está lá para chamar a atenção e às vezes está ali para guiar. Seja qual for a finalidade, está sempre ancorado no rochedo. Os que construíram e agora operam o farol sabem algo que os outros não sabem: sabem onde se encontram os arrecifes, onde estão as dificuldades e estão ali para guiar os navegantes ao largo destas coisas. Quando a luz consegue ajudar os navios a entrar com segurança no porto, o farol se rejubila.

Porém, quando isto acontece, o faroleiro não vai fazer uma festa com o capitão do navio. Em vez disso, o faroleiro sente uma alegria silenciosa e continua fazendo brilhar a luz. A maioria dos capitães que chegam com segurança ao porto, graças à luz do farol, nunca conhece o faroleiro. O faroleiro não publica uma declaração contando aos outros que salvou um navio. Ele fica calado e continua, frequentemente sozinho, ancorado no rochedo.

Pelos navios que não buscam o farol e se estatelam nas rochas, o farol pode entristecer. Mas o faroleiro não vai salvar o navio. O faroleiro não é responsável pelos que acabem nos recifes! O faroleiro não entra em depressão por causa do acontecido e desmantela o farol por causa do navio que não procurou a luz. Não! Em vez disso, o farol tem um único propósito, o de fazer brilhar a luz, fazer brilhar a luz e fazer brilhar a luz.

O que estamos lhe dizendo, especialmente aos que curam entre vocês, é o seguinte: Na nova energia vocês receberão dádivas como o faroleiro. Talvez já tenham ouvido isto, mas vamos dizer novamente que vocês não devem assumir responsabilidade por quem não deseja tomar parte da nova energia.

Não se responsabilizem por aqueles que não se curarem. E não se responsabilizem pelos que se curarem. Celebrem os que se curarem. Chorem pelos que não se curarem, mas não assumam responsabilidade por nada, a não ser pela integridade da energia que vocês emitirem. Façam brilhar a luz e fiquem a postos.

Continuem a se ancorar no rochedo de sabedoria, e realizem a manutenção constante da pureza da luz por vocês exibida. Seu farol pode ir a qualquer lugar que vocês desejarem na Terra, mas certifiquem-se de que, onde quer que vocês decidam parar, ancorem novamente no rochedo e façam brilhar, intensa, a luz.

É importante que ouçam isto agora, pois na nova energia serão trazidas a vocês muitas pessoas que jamais teriam batido à sua porta. Muitos serão atraídos por sua porta. Muitos serão atraídos por sua luz. Como filantropos que são, pessoas que entendem todos e querem o melhor para todos, vocês talvez achem que devem ter êxito com todos, que todos os navios devem ficar seguros. Lembrem-se do que dissemos antes: curadores não curam – curadores equilibram.

É a opção da pessoa sentada diante de vocês, pronta para ser tratada, que encerra o poder. Vocês são catalisadores. Ancorem-se e façam brilhar sua luz. É aí que fica a integridade.

Há integridade na humanidade que respeita a livre-escolha e vontade de cada família humana que vocês conhecem. Existe integridade, portanto, em ser um farol!
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Honre o Divino em você, honrando o Divino nos outros.

Farol Espaço Terapêutico • R. Mal. Deodoro, 1192 • Centro • Pelotas • RS • CEP 96020-220 • [email protected]
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